quinta-feira, 31 de março de 2016

O primeiro passo



O primeiro passo - André Pirola
cifra


O primeiro passo
Pode se dar hoje
E tudo será Luz
Que vai te acompanhar

O primeiro passo
Mesmo pequenino
É sempre um gigantesco
Poder de transformar

O primeiro passo
É um marco de passagem
Um ato de coragem
De quem quer acertar

O primeiro passo
Deve vir de dentro
Então o sofrimento
Começa a aliviar

(Refrão) 2x
Perdoar alguém
Amar alguém
Se amar também
É o passo!

terça-feira, 29 de março de 2016

Deus te guarde (Maria dolores)





Deus te guarde, alma querida e boa,
Pela dor que não dizes,
Quando a injúria te induz a suportar
Os problemas e os atos infelizes.

Deus te compense a tolerância
Quando olvidas o mal,
Interpretando aquele que te agride
Por doente mental.

Deus te ilumine a frase de humildade
Ante o verbo agressor,
Quando te apagas para garantir
A presença do amor.

Deus te engrandeça o gesto de renúncia,
Onde a ambição, às tontas, se compraz,
Quando saber perder conforto e benefício
Em proveito da paz.

Deus proteja o silêncio em que te esforças
Na compreensão que te sustém,
Quando toleras golpe ou desafio
Sem ferir a ninguém.

Por tudo o que há de bom que nos ofertas
Na jornada de luz que te bendiz,
Pelo perdão constante em que te nutres,
Deus te guarde, alma irmã, Deus te faça feliz.


fonte: Centro Espírita Caminhos de Luz
foto: Proteção de Irum Shahid em freeimages

segunda-feira, 28 de março de 2016

Com quem convives?


É melhor, às vezes, lidar com quem diz não ter religião e ama o próximo, servindo-o, do que com aqueles que se dizem religiosos, não amando o próximo e explorando-o. - Bezerra de Menezes


domingo, 27 de março de 2016

quinta-feira, 24 de março de 2016

Posicionamento no Mundo

Posicionamento no Mundo

Adorar. Qual o significado desta palavra em nossas vidas? O que estaremos elegendo como dimensões de grande importância na vida, sem as quais não nos é possível viver, na direção das quais realizamos grandes esforços para nos mantermos ligados?

Meu primeiro impulso é pensar na adoração às coisas materiais, algumas delas bastante especiais, como a minha família, alguns alimentos e objetos que me remetem a momentos especiais vividos ou a expectativas de um vir a ser que muito almejo; como algo a ser evitado, até mesmo repudiado em favor de uma adoração pura, voltada à dimensão espiritual do ser. Mas como ligar estes entendimentos e caminhar na direção da proposição de Allan Kardec a partir dos ensinamentos dos espíritos sobre a Lei de Adoração?

Durante a leitura do capítulo senti que o que adoro é essencialmente o que me significa, o que é determinado pela minha natureza, por minhas origens e que caracteriza meus objetivos. E, desta forma, à medida que transformo o que adoro, sou capaz de alinhar minha caminhada, meus objetivos a um destino que continua a ser descoberto a cada encarnação e que, em algum momento me legará a felicidade como consequência natural.

Adorar, na minha percepção, é reconhecer o que me é importante, sem o que não é possível existir. É reconhecer algo e direcionar pensamentos, sentimentos e ações nesta direção.

Quando os espíritos falam em adoração como o reconhecimento de nossa pequenez diante do criador, ao qual acabamos por nos submeter, que nos situam como criaturas espirituais imortais e sugerem o amor como direção para nossas posturas; sinto que, de certa forma, a lei de adoração é o caminho da construção da humildade em sua acepção mais profunda, o sentimento que promove o sujeito ao reconhecimento do seu lugar no mundo e que ajuda a definir posturas a partir deste lugar, levando o sujeito a cumprir seu papel com sentimento de alegria.

Quando digo que adoro chocolate, por exemplo, reconheço a importância do chocolate em minha vida. Estou declarando minha intenção de direcionar esforços no sentido de estar próximo ao chocolate, de viabilizar possibilidades de consumo a fim de estabelecer momentos de bem estar e felicidade que me completem. À medida que percebo que o consumo de chocolate gera danos colaterais como vício, diabetes e obesidade; vejo-me obrigado a moderar minha prática de consumo a fim de, efetivamente, garantir o bem estar que tanto procuro e que descubro não residir unicamente no consumo do chocolate propriamente dito.

Ao longo de nossa história como Espíritos temos experimentado através dos mergulhos na matéria a possibilidade de descobrirmos nossa identidade e, a partir dela, o nosso papel no mundo. É uma longa jornada e acontece à medida do que conseguimos perceber efetivamente o que somos.

Inicialmente nos distinguimos da matéria inanimada como seres inteligentes capazes de interagir no mundo de forma diferenciada, inteligente. Manipulamos o mundo para atender às nossas necessidades e adoramos a tudo que nos dê prazer ou que possa atender às nossas expectativas suprindo as lacunas de nosso desconhecimento. Reconhecemos inteligências superiores que se manifestam em campos desconhecidos e as adoramos com o objetivo de estabelecer relações proveitosas, através das quais nos seja possível viver em paz.

No passado as relações de troca com as inteligências invisíveis, os deuses, eram comuns e ofertávamos presentes de valor com o objetivo de recebermos em troca as vantagens materiais que pudessem nos deixar confortáveis e felizes, mesmo que isso significasse o sofrimento de outras pessoas. Percebíamos a necessidade de adoração, mas não a compreendíamos em essência.

Neste contexto acabamos por realizar sacrifícios humanos com a intenção de reconhecer o que nos é importante e de nos aproximarmos cada vez mais deste algo. Mas, à medida que nosso conhecimento intelectual se desenvolve, que o entendimento sobre as coisas se amplia, nossa capacidade de discernimento fica maior e passamos a questionar os hábitos tradicionalmente estabelecidos na sociedade, mesmo os de adoração. É o progresso do espírito imortal que começa a descobrir novas dimensões e que precisa aprimorar sua forma de se manifestar no universo, precisa caminhar na direção do progresso moral.

As práticas materiais e infantis de adoração, movidas pela sinceridade daquele que busca o divino e que ainda não percebe com clareza a sua dimensão espiritual e sua destinação, passam a ser menos toleradas pela própria consciência, que cobra do indivíduo posturas mais amadurecidas, menos materializadas e mais alinhadas com a dimensão da lei maior, a de amor, conforme enunciada por Jesus; “Amarás a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Aos poucos percebemos os valores que realmente importam e compreendemos que nossa postura não se relaciona com a troca com o invisível em favor da vida material plena, mas com a ampliação de nossas consciências, que nos leva a assumir um papel no universo, determinado desde nossa criação, o de cocriadores obedientes à lei divina.

O aprofundamento da compreensão da lei de adoração nos leva a perceber que precisamos nos alinhar com o divino e que, sempre que assim fazemos, recolhemos do universo os recursos que facilitam a caminhada. Sintonizamos com as forças amorosas de progresso e plenitude que atendem às nossas rogativas.

Já somos capazes de entender que as posturas mentais e a construção de sentimentos elevados, que nos levam a ações de caridade e que caracterizam o ato de adoração mais condizente com nossas consciências, são exatamente a proposta de que Kardec nos fala no capítulo em estudo.

Já temos condições de deixar para trás os sacrifícios, os objetos de adoração e os rituais em favor de nosso posicionamento mental que busca a dimensão espiritual, independente das relações com a matéria, mas que nela se manifesta através de nossa atuação consciente.

É claro que ainda precisaremos por algum tempo de nossos signos.  Ícones ou lembretes das experiências de elevação por nós vivenciadas e que nos remetem aos objetivos por nós traçados para o futuro espiritual, direcionando nossos corações para o cumprimento do dever moral. Mas é importante mantermos em mente que o movimento é de percepção da dimensão espiritual de nossas existências, de desprendimento da dimensão material, que passa a ser vista como ferramenta de trabalho para a construção da consciência de nós mesmos enquanto espíritos imortais hora encarnados.

Diante deste quadro, que se nos abre pelo estudo da lei de adoração conforme proposta por Allan Kardec em o Livro dos espíritos, entendemos a palavra de Paulo de tarso que nos fala “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.

Temos a liberdade de agir de acordo com a nossa vontade. Temos o livre arbítrio para agir. Mas é importante percebermos que algumas destas ações tratam de tradições construídas, automatizadas, ao longo da história e que já não são mais condizentes com o grau de consciência moral que conseguimos desenvolver. Foram práticas importantes e aceitas no passado, mas hoje nos causarão dor em algum momento.

O espiritismo nos abre um novo tempo. O tempo da vida de contemplação do divino que nos coloca em constante movimento na direção da espiritualização, da desmaterialização de nossas manifestações espirituais, da desconstrução do orgulho e do egoísmo, da mobilização de nossas potencialidades para a prática da caridade em seu sentido amplo, a benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições alheias e o perdão das ofensas por nós percebidas.

Começamos a sair da vida contemplativa em que vivíamos congelados no tempo evitando as tentações e fugindo de nós mesmos sob a alegação de que nos dedicávamos à iluminação espiritual para adentrarmos a um tempo de ativismo consciente no universo. O pai não descansa! Trabalha sempre e assim posiciona nossa destinação.

Que possamos integrar cada vez mais nossos potenciais energéticos nas correntes de amor e plenitude que regem o universo. Que estejamos cada vez mais submissos à vontade do pai e assim cada vez mais felizes. Que possamos trabalhar intensamente por nós, pelo próximo que se apresenta em nossas vidas, pela sociedade que nos acolhe, pelo universo que nos significa.

Integremo-nos à lei de adoração.




Referências bibliográficas

  • O livro dos espíritos, Allan Kardec, 3ª. Parte, capítulo II – A lei de Adoração
  • O Grande enigma, Leon Dénis

Passatempo


Passatempo - Rafael Mesquita


quarta-feira, 23 de março de 2016

Conversas com Jesus (Maria dolores)





Conversa com Jesus

Senhor! Não lastimamos tanto
Contemplar no caminho a penúria sem nome,
Porque sabemos que socorrerás
Os famintos de pão e os sedentos de paz;
Dói encontrar na vida
Os que fazem a fome.

Ante aqueles que choram
Não lamentamos tanto,
Já que estendes o braço
Aos que gemem de angústia e cansaço;
Deploramos achar nas multidões do mundo
Os que abrem na Terra as comportas do pranto.

Não lastimamos tanto os que se esfalfam
Carregando a aflição de férrea cruz,
De vez que nós sabemos quanto assistes
Os humildes e os tristes;
Lastimamos os cérebros que brilham
E sonegam a luz.

Não deploramos tanto os que suportam
Sarcasmo e solidão na carência de amor,
Porquanto tens as mãos, hora por hora,
No consolo e no apoio a todo ser que chora;
Lamentamos fitar os amigos felizes
Que alimentam a dor.

É por isso, Jesus, que nós te suplicamos:
Não nos deixes seguir-te o passo em vão,
Que o prazer do conforto não nos vença,
Livra-nos de tombar no pó da indiferença...
Inda que a provação nos seja amparo e guia,
Toma e guarda em serviço o nosso coração.


fonte: Centro Espírita Caminhos de Luz
foto: Concha 3 de ramasamy chidambaram em freeimages

segunda-feira, 21 de março de 2016

Extinção do mal


Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe. Simples ilusão. O mal não suprime o mal. Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem. - Bezerra de Menezes

domingo, 20 de março de 2016

quinta-feira, 17 de março de 2016

Realmente Jesus



Realmente Jesus - Grupo Q Atua 
Cifra


No teu olhar eu pude ver um mar azul.
No respirar, na imensidão, eu pude ver Teu coração.
Sentimento, um exemplo a seguir, esperança te reencontrar aqui.
Tua verdade eu preciso ser feliz, basta querer encontrar você.

E ver em mim as tuas mãos e alimentar o meu irmão.
Com Tua fé, com Tua Luz, quero viver realmente (Jesus)
Sentimento, um exemplo a seguir, esperança te reencontrar aqui.
Tua verdade eu preciso ser feliz, basta querer encontrar você.

terça-feira, 15 de março de 2016

Seres Humanos

Estudar a Lei Divina ou Natural conforme ensinamentos dos espíritos contidos na terceira parte de O Livro dos Espíritos escrito por Allan Kardec é mergulharmos no universo de relações. Relações que englobam aquelas conosco mesmos, com a sociedade e com Deus.

Á medida que aprofundamos o entendimento das leis Divinas nos tornamos mais capazes de construirmos um estado de plenitude espiritual em que podemos ser muito felizes. Quando realizo estudos sobre este tema sinto a necessidade de mergulhar nas ações e sentimentos da humanidade para ver se já sou capaz de pensar de forma mais cristã sobre as grandes questões da humanidade.

A obra Human de Yann Arthus-Bertrand é um convite excepcional a este mergulho




Conversas (Maria dolores)






Onde estiveres, anota:
Se surgem lutas e crises
Com momentos infelizes
De verbo candente e vão,
Escuta com paciência,
Ajuda, ampara, abençoa
E lança a palavra boa
Que anule a perturbação.

Opiniões, confidências, diálogos, comentários,
- São forças de efeitos vários
Que se ampliam a granel;
Há palavras que são flores,
Outras recordam espinhos
Nos lares e nos caminhos
Espalhando fogo e fel.

Estende luz e esperança,
Fala no bem quando fales,
Que a Terra já tem por males
Penúria, tristeza e dor;
Jesus nos pede a palavra
Para entender e servir,
A fim de erguer no porvir
O Reino de Paz e Amor.



fonte: Centro Espírita Caminhos de Luz
foto: Velas da esperança de Jenny So em freeimages

segunda-feira, 14 de março de 2016

Ambiente limpo

Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja.
Chico Xavier

domingo, 13 de março de 2016

auto descobrimento e Auto amor: movimento de paz

“Saúde é a real conexão criatura / criador e a doença o contrário momentâneo de tal fato” -Joseph Gleber (O homem sadio)
4a. Palestra - IX Congresso Nacional do departamento Acadêmico da AME-BR
Auto descobrimento e auto amor: Movimento de paz
- Dr. Andrei Moreira

sexta-feira, 11 de março de 2016

Contradições


Baseado na codificação espírita de Allan Kardec, principalmente nos livros O Evangelho Segundo o Espiritismo e O Livro dos Espíritos, este estuda busca refletir sobre as aparentes contradições por vezes percebidas no mundo e nas instruções recebidas de diversos espíritos.


Acesse o webEspiritismo e ouça o Podcast "Contradições".

Se preferir realize o download do arquivo de áudio





quinta-feira, 10 de março de 2016

Olhai Por Nós




Olhai Por Nós - Grupo Q Atua
cifra


(Refrão)
Olhai por nós, olhai por nós
Mesmo sendo tanto imperfeitos olhai por nós

Mesmo escorregando não cansamos de tentar
Já que nessa vida nós nascemos pra amar.
Como a luz que irradia fé, amor e união vou procurar
Na lição que foi deixada Tua verdadeira vou encontrar

(Refrão)

Pais e filhos aprendendo sua estrada, sua vida a os guiar
Pois a verdadeira prova é amar a cada um sem o julgar.
Como a luz que irradia fé, amor e união vou procurar
Na lição que foi deixada Tua verdadeira vou encontrar.

(Refrão)

terça-feira, 8 de março de 2016

Depois do Temporal (Maria dolores)





Cansado coração, ouve, lá fora,
O turbilhão do temporal violento,
Cai o granizo, ruge a voz do vento...
É a Natureza que se desarvora.

O firmamento é anônima cratera,
Quando o raio estraçalha a noite escura,
E choras, ante o caos e a desventura,
A prova que te ensombra e dilacera.

Ao furacão que passa, caem ninhos,
Tombam troncos, a ímpetos medonhos,
E recordas as pedradas dos caminhos,
Que varaste perdendo os próprios sonhos!...

Espera e crê!... O temporal vai longe!...
Amanhã seguirás em nova estrada
E, ao teu olhar, a luz será mais linda,
Quando o Sol acender a madrugada!...



fonte: Centro Espírita Caminhos de Luz
foto: Tempestade sobre Sydney 3 de Peter Aloisio em freeimages

segunda-feira, 7 de março de 2016

Progredir sempre

Lembremo-nos de que o homem interior se renova sempre. A luta enriquece-o de experiência, a dor aprimora-lhe as emoções e o sacrifício tempera-lhe o caráter. O Espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de acrisolar-se e engrandecer-se por dentro.
Chico Xavier

domingo, 6 de março de 2016

Gratidão como medicação para a alma


O prazer não vem com a intensidade imediata que a tecnologia oferece porque ele vem acompanhado de frustração, de sentimento de luta, de necessidade de construção, de desafios da vida diária que não apresentam respostas imediatas; pelo contrário. Sendo a grande maioria destes desafios trilhas originais a que somos chamados a trilhar, ele representa um universo de labirintos que o ser precisa percorrer para, nos meandros deste rio da vida, encontrar as respostas, o sentido e o significado, dando tempo a si mesmo para fazer o movimento interno e para responder ao movimento que a vida traz. - Andrei Moreira
Trecho de uma reflexão profunda sobre a gratidão como medicação para a alma. Veja a palestra na íntegra


quinta-feira, 3 de março de 2016

Modos de orar



Esta palestra espírita busca, a partir dos livros O Evangelho Segundo O Espiritismo e O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, refletir sobre o ato da prece, quando elevamos o pensamento a Deus.


Acesse o webEspiritismo e ouça o Podcast "Modos de orar".

Se preferir realize o download do arquivo de áudio



Pessoas Aves


Pessoas Aves - Adiron Marcos e Rômulo Viana
cifra

Vou dizer que o mundo pulsa
Harmonia no tempo certo
Precisamos do tempo certo
Pra viver, pra sonhar
E de todos os jeitos harmonizar

Pra realizar este canto
E chamar essas aves,
Pessoas-aves, pessoas-aves

É com esta intenção que escrevo
E é preciso que escreva todo dia
Como se eterno fosse o tempo
Pra sonhar, pra sentir
E de todas palavras criadas, ditas

Encontrar o ‘preciso’ à letra
E chamar essas aves,
Pessoas-aves, pessoas-aves

Puxa essa linha, se chama Equador
Quero que as mãos sejam firmes
Deixando as velhas e vãs ilusões
Que se reciclem antigos chavões
Pra ver se o novelo do mundo, vê se o novelo do mundo não desenrola


quarta-feira, 2 de março de 2016

Ferramentas para construção da Felicidade

614. O que se deve entender por lei natural?
— A natural é a lei de Deus; é a única necessária à felicidade do homem; ela lhe indica o que ele deve fazer ou não fazer e ele só se torna infeliz porque dela se afasta.

615. A lei de Deus é eterna?
— É eterna e imutável, como o próprio Deus(1).

616. Deus teria prescrito aos homens, numa época, aquilo que lhes proibiria em outra?
– Deus não se engana; os homens é que são obrigados a modificar as suas leis que são imperfeitas; mas as leis de Deus são perfeitas. A harmonia que regula o universo material e o universo moral se funda nas leis que Deus estabeleceu por toda a eternidade.

Allan Kardec - O Livro dos Espíritos - Parte III - Caracteres da Lei Natural

Somos individualidades imortais criadas por uma potência soberanamente boa e justa estando destinados a conquistar a felicidade através de nossos próprios esforços. Detemos todos os recursos necessários e suficientes para empreendermos esta jornada e o que retarda nossa caminhada é a natural dificuldade daquele que não consegue, por ignorância, perceber este fato.