quinta-feira, 30 de julho de 2009

Guilgul Neshamot - A reencarnação para os Judeus?

Li em um post do Orkut e fiquei muito curioso. Transcrevo a introdução da mensagem enviada por Tarcísio A. Dutra para os integrantes da comunidade "Centro Espírita Leon Denis".

Com o nome de Transmigração de Almas (em hebraico Guilgul Neshamot), todos os praticantes do judaísmo, especialmente as correntes ortodoxas - como o hassidismo (aqueles que andam de casacos e chapéus pretos) - e cabalistas acreditam que, após a morte, a Alma reencarna numa nova forma física. O conceito da reencarnação consta nos livros Sefer-Há-Bahir (Livro da Iluminação) e no Zôhar (Livro do Esplendor). Ambos atribuem grande importância à doutrina da Reencarnação, usada para explicar que os justos sofrem porque pecaram em uma vida anterior. Nele, o renascimento é comparado a uma vinha que deve ser replantada para que possa produzir boas uvas.

A "Transmigração" emprestou um significado novo a muitos aspectos da vida do povo judeu, pois o marido morto voltava literalmente à vida no filho nascido de sua mulher e seu irmão, num casamento por Levirato. A morte de crianças pequenas era menos trágica, pois elas estariam sendo punidas por pecados anteriores e renasceriam para uma vida nova. Pessoas malvadas eram felizes neste mundo por terem praticado o bem em alguma existência prévia. Prosélitos do judaísmo eram almas judaicas que se haviam encarnado em corpos gentios ou pagãos. Ela também permitia o aperfeiçoamento gradual do indivíduo através de vidas diferentes.

Você já ouviu falar deste conceito ?

Libertando-me para crescer

Senhor,

Devolvo a ti o vento e as estrelas; mas rogo que me ajudes a empregar a força e a visão para navegar além do meu horizonte rumo a ti

Que o frescor das águas salgadas e o explendor das estrelas possam encher-me a alma, aguçando meus sentidos e ampliando minha percepção de ti dentro de mim

Que eu possa sentir-me livre, embora esteja restrito entre o oceano e o céu.

Que eu possa sentir-me pleno, embora esteja incompleto

Que eu possa sentir-me confiante, embora esteja inseguro

Que eu possa sentir-me forte, embora esteja frágil

Que eu possa sentir-te, embora ainda não o conheça

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Libertando-me para crescer por Guilherme Fraenkel está licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Outro ponto de vista sobre a morte

Acabei de publicar uma reflexão sobre a morte que transpira doutrina espírita, embora não esteja declaradamente endereçada como um texto espírita.

Dê uma lida em Luto em Família e me diga o que achou

domingo, 5 de julho de 2009

Convivência em família na Casa Espírita

Hoje o dia foi bastante atípico nas rotinas de domingo. Acordamos cedo, saímos pela manhã e voltamos depois do almoço para casa, mas acho que valeu a pena o esforço. Estou pensado até em inserir na rotina dos domingos esta programação.

Fomos à Casa de Francisco de Assis, em botafogo com o objetivo de participar de um encontro de famílias promovido pelo núcleo de evangelizadores de lá, aliás, horário muito interessante. Domingo às 09:00 Hrs, poucos de nós temos compromissos a esta hora, não é muito cedo e nem muito tarde e dá para aproveitar muito bem o domingo. Brincamos com nossos filhos, ouvimos histórias e nos divertimos a valer.

Depois de tudo ainda deu tempo de almoçar, fazer as compras de legumes e frutas da semana e retornar para casa em tempo de curtir a tarde toda.

Estava agora há pouco pensando com o fui bobo de imaginar que dormir até as 11:00 para compensar os outros dias em que acordo cedo seria a melhor opção. Como se fosse possível compensar o sono perdido! Sinto-me revigorado, feliz e muito energizado, como não me sentia há muito tempo. E o melhor de tudo, ainda ofereci uma manhã muito legal, instrutiva e de convívio com outras crianças para meu filhote.

Acho que esta idéia de levar o André para a evangelização infantil aos domingos vai dar samba...