Tomando por base o livro O Céu e o Inferno de Allan Kardec, realizamos um mergulho reflexivo sobre o amor ao próximo e a prática da caridade,
Ciência, Filosofia e Religiosidade, transcendência da realidade material
Por Guilherme Fraenkel
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Anjos da Guarda - Uma visão espírita
Realizei esta palestra no Grupo de Estudos Espíritas Rita de Cássia no Leblon.
Tomando por base o livro O Céu e o Inferno de Allan Kardec, realizamos um mergulho reflexivo sobre o amor ao próximo e a prática da caridade,
Tomando por base o livro O Céu e o Inferno de Allan Kardec, realizamos um mergulho reflexivo sobre o amor ao próximo e a prática da caridade,
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
A palavra AMOR e seus significados
Recebi esta mensagem através da newsletter diária do CE Caminhos da Luz e achei que valia a pena transcrever para cá com as devidas referências. Uma bela reflexão sobre as origens da palavra amor.
ÁGAPE
Os gregos antigos eram muito sofisticados ao falar sobre o amor.
Segundo eles, era impossível utilizar uma única palavra para definir tudo aquilo que a nossa cultura chama, unicamente, amor.
Para eles, havia seis formas de amor, cada qual com suas características.
O primeiro tipo, o amor Eros, era nomeado assim por conta do deus grego da fertilidade, representando a ideia de paixão.
Eros era o amor capaz de dominar e eximir o ser de sua racionalidade. Envolvia uma falta de controle, que assustava os gregos.
A segunda variedade, o Philia, era relativo à amizade, à fidelidade entre companheiros unidos por laços fraternos.
Essa forma de amor era muito mais valorizada do que a primeira.
O Ludus, terceira forma, guardava relação com a diversão, com a afeição, com as boas companhias e com o prazer de se estar ao lado de quem se quer bem.
O amor Àgape, quarto tipo, era a mais radical das formas. Foi traduzido mais tarde para o latim como Caritas, do qual se originou o termo caridade.
Ágape representava o amor abnegado, desinteressado. Aquele que se estende ao próximo, a fim de transformá-lo em um irmão.
Essa é a forma de amor ensinada na maioria das tradições religiosas.
No cristianismo, representa o amor divino que deve ser cultivado e estendido aos nossos semelhantes, seguindo o ensinamento de Jesus: Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a vós mesmos.
Ainda, o amor Pragma, o amor maduro, resultado de profundo entendimento, consideração, respeito e admiração, que se desenvolve entre casais de longo matrimônio e entre pessoas que convivem muitos anos.
Passadas as ilusões, deixam se levar pela alegria da convivência. É o júbilo de saber que o outro ali está, em todos os momentos e circunstâncias, por mais difíceis e dolorosas que elas sejam.
Finalmente, a última forma, o amor Philautia ou autoamor. Não se trata de narcisismo, mas sim de uma maneira muito mais elevada de amor.
Os gregos entendiam que, quanto mais a criatura se ama, mais amor tem a oferecer.
De que forma entendemos o amor? O que ele representa para nós? Como damos, recebemos e vivenciamos o amor?
Entregamo-nos aos preceitos de Jesus, buscando o autoamor, o amor ao próximo, o amor familiar e fraternal, o amor abnegado?
Ou ainda nos perdemos nas teias de Eros, das ilusões e paixões, dos interesses?
Qual a nossa verdadeira compreensão do que é o amor?
Importante se faz a reflexão a respeito. Importante que analisemos nossas ações, nossos sentimentos, a fim de bem avaliarmos de que espécie é o amor que nos move.
O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, dizia o Apóstolo Paulo.
Pensemos nisso! Pensemos sobre o amor. Busquemos o amor que se oferece, que é fiel, que vive a alegria de ver o outro feliz.
Vivenciemos o amor, em suas nuances mais sublimes, sempre, diária e constantemente.
por Redação do Momento Espírita, com base na obra How should we live, de Roman Krznaric, ed. BlueBridge.
Do site: http://momento.com.br/pt/ler_ texto.php?id=4906&stat=0.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Crises e nós
foto "Love can actually grow on tree" de sundeip arora
Sabe aquele momento em que parece que tudo está muito difícil e nos sentimos meio sem rumo, atados a uma realidade dura e asfixiante?
Pois é, achei este texto muito interessante do Momento Espírita sobre o assunto e compartilho com vocês.
As crises e nós
Na grande maioria das ocasiões, justificamos nossas aflições, relacionando-as com as crises que enxameiam no mundo.
Acreditamos que aí se encontram as raízes de todas as angústias e problemas da Humanidade.
Dizemos que ninguém pode se sentir realizado em um mundo como este onde vemos nações em lutas encarniçadas; crise nas finanças em nível internacional; os negócios padecendo ágios absurdos.
Onde há crise no atendimento à saúde; agressões em tudo e por quase nada; falta de trabalho para muitos, ora pela tecnologia que substitui o ser humano, ora pela própria ausência do trabalho.
Crise na compreensão dos direitos e deveres humanos; diminuição da fertilidade do solo, vida ambiental empobrecendo, poluição e ameaças de vida; crises de opiniões dividindo e disputando predominâncias; crises de ética, de amor, de confiança, de fraternidade.
Há muita crise pela frente e isso, dizemos, desanima.
Fixando esse pensamento, deixamos de tentar fazer algo diferente.
Entretanto, podemos modificar a paisagem que nos parece anárquica, em marcha para a desagregação.
Uma receita ao alcance de todos nós, pode ajudar nesse impasse cruel que vivemos: levantando o caído, em vez de acusá-lo;
cumprindo nossos deveres, não exorbitando dos nossos direitos;
procurando vencer o erro, em vez de censuraro errado;
não mensurando valores por meio de medidas exteriores, mas concedendo a todos a oportunidade de crescer;
não espalhando o pessimismo, promovendo claridade onde estejamos;
não desperdiçando o tempo na inutilidade, mas produzindo alguma coisa de positivo;
cultivando a compaixão pelos irmãos combalidos e oferecendo um pouco de nós mesmos.
Terapêutica eficiente para a crise moral que verificamos na Terra é o exercício do amor, em que o Cristo viveu.
Quanto às demais crises - as generalizadas - não nos preocupemos com elas demasiadamente.
Realizemos nossa parte.
Saiamos da crise interior em que nos debatemos sem rumo, iniciando um programa dignificante em favor de nós mesmos.
Dessa forma, perceberemos que o mundo está miniaturizado em nós.
Somos, portanto, uma célula importante do organismo universal que deverá permanecer sadia a benefício geral.
E, conforme asseverou Paulo, apeguemo-nos ao bem, sempre e invariavelmente.
Quando aprendermos a agir ao invés de reagir, veremos que tudo aquilo que nos parecia levar ao caminho de uma crise, nos conduz para uma solução agradável da situação.
Cada momento ou situação difícil é oportunidade de mostrarmos a outra face.
Isso quer dizer: mostrar outra forma de enfrentar situações, nos conduzindo para melhores soluções.
De fato, não podemos resolver todas as crises da vida, mas as que conseguirmos bem direcionar ajudarão a diminuir o montante de desespero que grassa.
Não importa que o próximo não faça a parte dele.
Façamos a nossa parte, mostrando essa nova forma de ver e de realizar o melhor.
por Redação do Momento Espírita, com base no cap. Crises e você, do livro Sementes de Vida Eterna, pelo Espírito Marco Prisco, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. O Clarim. Do site: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4886&stat=0.
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domingo, 17 de abril de 2016
Haroldo Dutra Dias - Caridade, Perdão e Cura
Haroldo Dutra Dias - Caridade, Perdão e Cura
A Federação Espírita da Florida promoveu o 5th Spiritist Conference of Florida: The Art of True Healing: A Spiritist View. Nesta palestra de Haroldo Dutra Dias, aprendemos sobre a "Caridade, Perdão e Cura". Confiram.
A Federação Espírita da Florida promoveu o 5th Spiritist Conference of Florida: The Art of True Healing: A Spiritist View. Nesta palestra de Haroldo Dutra Dias, aprendemos sobre a "Caridade, Perdão e Cura". Confiram.
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domingo, 10 de abril de 2016
Haroldo Dutra Dias - Os Construtores do Amanha
Haroldo Dutra Dias fala sobre a construção do Amanhã.
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