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domingo, 31 de janeiro de 2016

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Mar da vida


Mar da Vida - Allan Filho
Veja a cifra aqui


Ondas da vida carregam o barco, atracado no tempo não quer navegar
Naufraga em si mesmo temendo os monstros que existem no mar
O monstro da morte consegue sozinho fazer com que barcos prefiram parar
Mas monstros não existem sequer nas mentiras contadas no mar
Vai... enfrenta as tormentas do além-mar
Iça as velas da coragem pra lutar e ir além, estrelas do bem vão te guiar...
Vai... que Cristo seja a luz em seu vogar
Que o risco não te impeça de tentar ganhar o mar
Com o instrumento que se chama {DC} amor.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Quem foi que fez?


Quem foi que fez?
(João de Deus Limeira)
Poema declamado por Alberto Almeida durante a palestra “O Amor Fonte de Vida”

Quem foi que fez o sol tão vivificador?
E sua luz resplandecente cheia de fulgor?
Os trilhões de estrelas que cintilam nos céus?
E as nuvens vaporosas como densos véus?
A mecânica celeste, o arcano profundo
da eterna ciência que equilibra os mundos?
Os microorganismos em desenvolvimento
e os orbes gigantescos em deferecimento?
O átomo e a nebulosa, a ameba e o Serafim,
e as origens das coisas que nunca terão fim?
A virtude impoluta que não se modifica,
e a possante energia que a tudo vivifica?
Quem foi que fez o vento, a chuva, o raio e o
trovão?
A primavera, o outono e também o verão?
O perfume das flores, o som, a luz, o ar?
Os campos, as florestas, a terra, o céu e o mar?
Quem foi que fez o infravermelho e o ultravioleta?
E fez da lagarta surgir uma bela borboleta?
O esperto gafanhoto e o formoso rouxinol?
Surgindo a alvorada, os clarões da luz do sol?
Quem foi que fez as feras bravas, os ternos
passarinhos,
a asa dos insetos e a beleza de um ninho?
Deu agilidade incrível à pulga saltitante,
e fez o passo lerdo e tardo do elefante?
Quem foi que fez o colibri com linda sutileza,
sugando o mel das flores com tal delicadeza?
O tatu escavando a cova em que se abriga,
e a faina inesgotável da minúscula formiga?
O inquieto macaco, o fogoso corcel,
e a abelha trabalhando na construção do mel?
Quem foi que fez a ostra, o golfinho, o tubarão, a
baleia?
E a engenhosa aranha tecendo a sua teia?
E o instinto de conservação,
como bússola infalível de orientação,
guiando com acertos os irracionais,
sem nunca transgredir as regras naturais?
As maravilhas do reino mineral,
o leito onde repousa o reino vegetal,
os prodígios da animalidade,
e um elo mais acima, a nossa humanidade?
E tantos outros reinos que nós desconhecemos,
sistema de mundos que nem nos apercebemos?
Os gênios tutelares arqui-angelicais,
imersos nos segredos dos planos siderais?
Que maravilha é esta que eu não posso descrever,
com todo dramatismo que eu pudesse ter?
Artista inimitável, sublime e ilimitável.
Me ponho de joelhos e contemplo abismado.
E pergunto a mim mesma com estupefação.
Quem criou isso com tanta perfeição até o perdão?
Quem dá sem pedir nada, e paga sem dever nada?
E a tudo movimenta sem nunca se mover?
Formando e transformando.
Criando e dirigindo.
Governando e agindo.
Quem tem tamanho poder?
Pergunto a outras vozes.
Quem que podeis dizer?
Eu vos peço queridos irmãos, amigos meus.
E as vozes me respondem:
Foi Deus
Foi Deus
Foi Deus.

Futuro feliz

Vigie o sofrer voluntário, aquele que surge de sua imprudência e desleixo, a fim de que saiba aferir quais são as "dores de Deus" pelo seu progresso e quais são as carências novas que você apresenta ante os descuidos com o dever - Ermance Dufaux


O Evangelho Segundo o espiritismo nos ensina que a maior parte de nossas dificuldades na encarnação são fruto de nossas escolhas e ações na própria encarnação e Ermance parece ressaltar este mesmo olhar na citação.

É verdade que estas ações foram tomadas a partir do cabedal de conquistas das encarnações anteriores, mas o que nos importa nesta leitura é que nossas dificuldades podem ser grandemente reduzidas se tivermos mais atenção quanto ao futuro quando mergulhamos na encarnação.

Ao longo dos séculos a sociedade planetária foi capaz de desenvolver valioso discernimento que nos ajuda nos momentos de tomada de decisão. Entretanto, muitas vezes usamos esta capacidade para decidir sobre as melhores formas para satisfazer nossas paixões através do gozo no mundo material sem estarmos atentos à dimensão espiritual que sugere vivamos a matéria mas com o olhar espiritual de longo prazo.

Pensar na vida com o olhar espiritual buscando conciliar as demandas materiais e as aspirações pela felicidade imortal é frequentemente o maior desafio da vida. Estar no mundo sem ser do mundo é o dilema que muitas vezes nos leva a mergulhos sofridos pelas escolhas menos eficientes do ponto de vista da imortalidade.

Há ainda uma outra dimensão sobre a qual podemos refletir a partir do pensamento de Ermance. Muitas vezes agimos com a visão tão imediata da vida que não avaliamos as consequências de nossos atos para os próximos anos da própria encarnação. Regular nossas decisões, sentimentos e ações com vistas a uma encarnação plena parece-me também um dilema a ser vivido de forma cada vez mais intensa.

A expectativa de vida na modernidade tem sido aumentada pelas conquistas no campo das ciências e nossas encarnações podem ser consideravelmente mais longas, mas precisam de decisões refletidas sobre esta ótica para que possam ser bem aproveitadas.

Vivamos o hoje plenamente, mas estejamos atentos aos desdobramentos de nossas decisões nas próximas décadas. Este me parece ser ó sábio convite de Ermance, viver no presente de forma mais conscientemente a cerca do futuro para gerar maior consistência e consciência espiritual.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Limite com amor

Este estudo realizado no Centro Espírta Tarefeiros do Bem, Botafogo / Rio de Janeiro, reflete, a partir dos ensinamentos contidos nas obras de Allan Kardec, em especial O Livro dos Espíritos e O Evangelho Segundo o Espiritismo, sobre a função educadora que podemos desempenhar em favor dos outros através da convivência na sociedade.


Segundo o espiritismo a prática do amor pressupõe uma função educadora que guia o espírito imortal na direção da felicidade através das reencarnações. A libertação da matéria e a conquista da plenitude espiritual acontece à medida que o indivíduo conscientiza-se a cerca da sua própria natureza espiritual e se conforma à proposta de lei de amor, justiça e caridade.


Você pode ouvir o áudio da palestra, realizar o download ou acessá-la diretamente no canal WebEspiritismo no YouTube


Acesse o webEspiritismo e ouça o Podcast "Limite com amor".